A comunicação, o video e a(s) crise(s)

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Olá a todos.

É inevitável. Seja a nível pessoal, seja a nível empresarial, já não lhe conseguimos fugir. Esta semana vamos falar da crise (aliás, de várias crises – à excepção das asmáticas, claro) e em como o investimento em marketing e comunicação, nomeadamente em video, pode ajudar a enfrentá-las de cabeça erguida e alavancar negócios através da diferenciação. Mas já lá chegamos.

Hoje fala-se em crise económica. Crise social. Crise de valores. Crise de identidade.. bem, num País de crises.

Tal como cada um de nós, individualmente, as nossas empresas sentem na pele as dificuldades que os novos tempos apresentam. Se em tempos não haviam calças para apertar, hoje já não restam mais furos no cinto (sorte para as modistas e alfaiates – quer dizer, aqueles que restam).

Trocadilhos à parte, a verdade é que a crise influencia, invariavelmente, a forma como as empresas se posicionam no mercado e a forma como se apresentam (ou melhor, como não se apresentam).

Passo a aprofundar. Em cenário de crise, a palavra de ordem é “cortar” (cortar na despesa, mais propriamente). Isso leva a que muitas empresas, por uma questão de prioridades, decida considerar as despesas de marketing e comunicação como investimentos descartáveis. Como algo pouco importante. Ok, como mariquices.

No entanto, na minha opinião, este tipo de decisão estratégica vai em completo contraciclo. Porquê? Para responder a esta questão lanço outra. Pense no seu bairro, na sua cidade ou na sua localidade. Quantos negócios similares, com o mesmo tipo de produtos e o mesmo tipo de preços é que conhece? Certamente não serão poucos. E como é que consegue, no meio de tanta coisa igual, tomar uma decisão objectiva, enquanto consumidor, antes de entrar pela porta de entrada (quem diz porta, diz homepage, página do facebook, etc)? O que é que nos move verdadeiramente? Será sempre o preço e as especificidades dos produtos/serviços em questão? E quando são iguais?

Estamos, em muitos casos, perante uma crise de identidade nas empresas, e é através da sua resolução que muitas conseguirão mostrar à crise como é que se faz!

As empresas são, ou deveriam ser, tal e qual as pessoas. Todos nós temos um estilo e expressamo-lo na forma de vestir, na música que ouvimos e nos livros que lemos. É assim que passamos a nossa “marca” e identificamos a nossa “tribo”, seja enquanto andamos na rua, nos transportes, etc. Se nos apelidassem de banais, iguais a todos os outros, certamente teríamos algo a dizer. Então porque é que as empresas não o fazem? É que a nossa imagem está para nós como a comunicação e o marketing estão para as empresas. É aquilo que as diferencia! É a cara e a roupa das marcas! E pelo que sei, ninguém gosta de sair de casa mal amanhado.

Uma estratégia de marketing e comunicação online e offline, quando bem feita, funciona como um bom perfume. Poucos lhe resistem. O video é uma das ferramentas que pode ajudar nesse toque de sedução, mas todos os elementos da imagem corporativa são importantes para criar uma personalidade forte, consistente e apetecível.

Às vezes não são os melhores e os mais baratos que partem em vantagem: são aqueles que comunicam de acordo com os seus valores e fazem chegar essa mensagem aos seus clientes. É muitas vezes isso que nos faz entrar numa loja e não na outra, optar por um produto e não pelo outro, ou entrar num site e não no outro.

Chama-se emoção. E estamos cheios dela, pronta para nos guiar o carrinho de compras. 🙂

Até à próxima semana,
Ricardo Constantino

fonte:
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