Criadores de conteúdo de vídeo saem do youtube em debandada para o Facebook

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Os especialistas em social media não se afastaram apenas do YouTube, para os seus conteúdos em vídeo – eles fugiram a correr. E para onde foram? Diretamente do conhecimento do Google para os braços abertos do Facebook. Uma das recolhas de dados feita pelo Socialbakers, há bastante tempo, demonstra que o YouTube está a sofrer cada vez mais pressão para manter o seu estatuto enquanto maior distribuidor de conteúdo de vídeo. Os criadores estão, continuamente, a mudar para o conteúdo de vídeo produzido pelo Facebook – não optando pela habitual escolha do YouTube em primeiro e do Facebook em segundo.

O Socialbakers analisou mais de 180.000 vídeos do Facebook colocados em 20.000 páginas do Facebook – eis o que encontram:

Em 2012 os especialistas ainda não pensavam em alternativas para a partilha de conteúdo de vídeo no Facebook. O processo normal era o de criar um vídeo, publicá-lo no YouTube e partilhá-lo através do Facebook. No entanto, a tendência mais recente tem revelado que especialistas em conteúdo carregam conteúdo de vídeo diretamente no Facebook. Isto significa que o Facebook retém o tráfego às custas do YouTube.

No início de 2014, o YouTube era o detentor do maior número de partilhas de vídeos, quase que duplicando o seu concorrente mais próximo. Contudo, no decorrer do ano, viram-se os criadores de conteúdos a carregar cada vez mais vídeos diretamente no Facebook, com um aumento de 50% de maio até julho. E a tendência é que ultrapasse o YouTube até ao final do ano.

Analisaram a partilha de publicações entre os 180.000 vídeos e a tendência foi óbvia: a partilha de publicações aumentou para o Facebook e diminuiu para o YouTube. Esta é uma ameaça grave para o YouTube, pois os marketers continuarão a utilizar a rede social que é mais eficiente para obter maior envolvimento. Basicamente, não existem sinais de que a tendência irá sair do seu atual caminho.

O que significa, então, tudo isto? Visto que o Facebook ultrapassou, solidamente, o YouTube quanto ao gerar tráfego e envolvimento, os criadores de conteúdo reagiram e mudaram-se para os vídeos publicados diretamente no Facebook. A consequência: o YouTube continuará a perder uma vital plataforma de distribuição enquanto os criadores de conteúdo continuarem a mudar para o Facebook.

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