Vídeo ajuda a incrementar vendas e deve integrar a comunicação

Vídeo ajuda a incrementar vendas e deve integrar a comunicação

De acordo com o estudo da Animoto, 93% dos inquiridos considera que os vídeos são úteis na comparação de produtos e 87% diz mesmo que os vídeos servem para pesquisar informações adicionais. Já a possibilidade de encontrar instruções pós-venda em vídeo agrada a 93% dos inquiridos.Produzir vídeos longos está, no entanto, fora de questão. O estudo confirma que 83% dos consumidores prefere assistir a vídeos que durem menos de 5 minutos. Se optar por mensagens mais longas, corre o risco de perder a atenção do consumidor, que irá interromper a visualização e dificilmente a retomará.

Quanto ao conteúdo dos vídeos, 42% dos consumidores prefere demonstrações de utilização de produtos e serviços. Mais de metade (57%) dos inquiridos dá preferência a temas ligados à eletrónica, embora 39% dos consumidores aprecie vídeos sobre restaurantes e 34% sobre viagens. Os vídeos sobre exercícios físicos são desejados por 33% dos inquiridos.

Veja em Empresas TV aqui no Santander Advance exemplos de vídeos testemunhais de clientes de um Banco, assim como de um vídeo tutorial de como usar este site.

Aproveitar o user generated content?

O referido acima aplica-se a vídeos oficiais, institucionais, com origem na empresa. Mas com a proliferação das redes sociais e a disseminação de smartphones com câmaras e aplicações de edição de vídeo, assiste-se a um boom na produção, publicação e visualização de vídeos amadores de utilizadores de redes sociais e apps, o chamado user generated content. Sentido de oportunidade, mas também bom senso, deve nortear a associação de uma empresa ou marca a este tipo de conteúdos.

O user generated content diferencia-se do conteúdo corporativo por ser autêntico, isto é, ‘puro’ e orgânico, impossível de reproduzir por uma agência, e assim percecionado pelos restantes utilizadores. Na busca de autenticidade, uma marca não necessita de se tornar trendsetter. Basta tornar-se mais permeável ou convertida à tendência.

Também a maior rapidez e os baixos custos de produção são “imagens de marca” do user generated content face à produção a cargo de agências e produtoras, que levarão a sua “parte de leão” nos orçamentos. A marca poderá, assim, envolver-se numa narrativa existente e parte do orçamento pode ser canalizado da produção para a promoção do resultado final.

Anti-programático e viralidade que resulta do de boca em boca, o user generated content é, na sua essência, natural e casuístico, imprevisível. A marca tem, assim, que mergulhar e assimilar esse conteúdo e amplificar a sua mensagem.

Muitas marcas recorrem a influenciadores a internet (como bloggers, opinion makers,…), mas lembre-se que a lealdade destes é, sobretudo e primariamente, para com as suas comunidades, e isso pode resultar na distorção da sua mensagem. Como marca, ao invés de tentar controlar total ou parcialmente o conteúdo produzido, seja influenciado por este, pela sua natureza espontânea e, muitas vezes, de entretenimento, em moldes que não tragam problemas à sua marca ou produto, ainda que não veicule na íntegra o que gostaria.

No tocante à viralidade e disseminação de user content generated na Internet, com a mensagem e estratégia adequadas, é possível, mas há que evitar a tentação de recriar essa magia. Não o faça, não tente criar esse tipo de conteúdo, mas antes procure relacionar-se que o mesmo, tornando o valor mensurável do mesmo no ativo partilhado pela marca.

Identifique na Internet oportunidades em torno deste tipo de conteúdo, procure mais informações sobre o seu autor, e entre em contacto com este, procurando conhecê-lo, saber os seus planos e discutir ideias que possam resultar em benefícios para ambos e, sobretudo, para a sua marca e negócio. Na caixa nesta página damos-lhe ideias quanto ao tipo de conteúdo mais interessante. Respeite os direitos de autor antes de usar, total ou parcial, qualquer material ou isso pode trazer problemas e repercussões negativas, sobretudo nas redes sociais.

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